Êtes-vous clept-hôtel ?
Comme les vacances arrivent à leur fin, c'est un sujet qui fait réfléchir. Celles-ci font resurgir très souvent une certaine tendance à la cleptomanie. Qui n'a jamais rapporté un souvenir d'un hôtel où il a logé ?
Quand il s'agit de shampooings, de savonnettes, de cotonnettes, de dentifrice, de papier, de stylo à bille, c'est parfaitement normal et ce n'est pas considéré comme un vol car ces objets sont des offres de l'hôtel pour ses clients et maintenant avec toutes les restrictions, par sécurité, sur les objets qui peuvent être emmenés en cabine, ces miniatures sont utiles. Personnellement, je garde même les petits flacons pour les remplir de produits personnels tels que acétone, crème de jour, démaquillant, désinfectant, produits pour nettoyer les lunettes, etc... ainsi je peux les prendre avec moi en cabine et je suis prémunie si on me perd mes bagages ! Et je fais une réserve de savonnettes et de stylos à bille pour emmener dans des pays dont la population est plus nécessiteuse comme Cuba ou certains pays africains.
Mais quand il s'agit de peignoirs de bain, de pantoufles, de serviettes, d'oreillers, de draps, de couettes, de couvertures, de lampes, de cendriers, etc... c'est INTERDIT et c'est considéré du VOL.
Malheureusement, certaines personnes trouvent qu'il est parfaitement normal de refaire son intérieur en se servant !
Il semble même que des téléviseurs, des tableaux, des matelas disparaissent selon la très sérieuse Union des Métiers et des Industries de l'hôtellerie (UMIH).
Il existe aussi une discrète vérification de la chambre quand les personnes procèdent au paiement de la note.
Pour se protéger contre ces vols, certains hôtels adoptent quelques mesures : ils affichent clairement le tarif des objets si les personnes sont intéressées à les acheter, ils placent des codes-barres, des puces ou ils rajoutent simplement à la facture la valeur de ce qui a été dérobé dans la chambre.
J'ai lu qu'il y a des personnes qui laissent des valises vides dans la chambre pour faire croire qu'ils n'ont pas encore quittés l'hôtel et partent sans payer la note.
Dans les avions , c'est le même scénario, cette année encore, j'ai vu des personnes emporter les couvertures qu'elles avaient demandées à l'hôtesse !
"Qui vole un oeuf, volera un boeuf"
Georges Herbert
Georges Herbert

Será um clept-hotel ?
Chegando no fim das férias, é o assunto que faz pensar. Estas fazem ressurgir muitas vezes uma certa tendência para a cleptomania. Quem é que nunca trouxe
consigo uma lembrança do hotel onde esteve ?
Quando se trata de shampoo, sabonete, cotonete, dentífrico, papel, envelope, caneta, é perfeitamente normal e não é considerado roubo porque são ofertas do hôtel pata os clientes e agora com as restrições, por segurança, nos objectos que podemos levar nas bagagens de cabine, estas miniaturas são úteis. Eu até guardo os frascos pequenos para ir colocando produtos meus como acetona, creme de dia, desmaquilhante, desinfectante, produto para limpar os meus oculos, etc... assim já posso levá-los comigo na cabine e estou precavida no caso de perderem a minha bagagem ! Faço uma reserva de sabonetes e canetas para levar se viajar em países cuja população tem mais necessidades como por exemplo Cuba ou alguns países africanos.
Agora quando se trata de roupão, de toalhas, de pantufas, almofadas, lenç
ois, edredão, cobertores, lâmpadas, cinzeiros, etc... é PROÍBIDO e é considerado ROUBO.
Infelizmente, muitas pessoas acham perfeitamente normal servirem-se para refazer as suas casas !
Até parece que desaparecem televisores, quadros, até colchões, segundo a União dos Empregos e das Industrias Hoteleiras (UMIH).
Existe nos hoteis uma discreta verificação dos quartos na altura do pagamento da conta.
Para se proteger contra estes roubos os hoteis adoptam algumas medidas : afixam os preços das coisas se as pessoas estiverem interessadas em comprá-las, colocam códigos de barra, chips ou facturam simplesmente o que foi levado do quarto.
Também li que há pessoas que deixam malas vazias para fazer crer que ainda não foram embora e saiem sem pagar a nota.
Nos aviões acontece a mesma coisa , este ano vi pessoas a levar as mantas que pediram à hospedeira !
"Quem rouba um ovo, roubará um boi"
Georges Herbert
Georges Herbert


12 commentaires:
Verdinha;
Como normamlmente volto a me hospedar nos mesmos hoteis e em alguns até já conheço bem os funcionários do mesmo, não me sentiria bem trazer algo e ser chamado à atenção na próxima vez que lá voltasse, até porque os registos ficam nos arquivos e é fácil ver quem por lá passou na altura que desaparecem coisas várias, que sei, e é conhecido, que acontecem.
Acredito que alguns o façam (pequenos objetos), mas mais por desafio.
Interessante esta postagem. De que é que tu te lembras... rsrsrs
bjs, Verdinha.
d'Ana et Osvaldo
Verdinha querida:
Nunca tirei toalhas, roupões, chinelos, cinzeiros. Mas lá uns sabonetinhos giros e uns frasquinhos de shampoo... Será cleptomania? Espero que não, porque tenho caixas cheias deles.
Agora a sério: é uma doença terrivel e díficil de tratar.
Já tive uma empregada que não tirava nada, mas cuecas eram a perdição dela. E para quê? Pesava 79 quilos contra os meus 50!
Passei a lavar e secar as cuecas às escondidas e resolvi o assunto.
Isto assim contado, parece anedota, mas é verdade.
Beijinhos Verdinha querida.
Bonjour tendresse, je viens d'arriver!
Normalmente a única coisa que costumo trazer dos hotéis é uma pequena esponja para limpar os sapatos e que faz parte daquelas pequenas coisas que nos deixam para consumo. Tudo o resto além de não ter valor apetecível, não faz parte da minha forma de estar. Mas conheço pessoas que sem serem cleptomaníacas não resistem a trazer um qualquer recordação donde quer que passem.
Já fizeste a mala para Tabuaço?
Beijinhos vermelhos
A cada um a sua pancada! Beijos.
Olá!
Não fazia ideia desse fenómeno!
Já estive hospedada em hoteis e pousadas mas nunca tal coisa me passou pela cabeça!
Beijos
Mas não acontece nada a essas pessoas?
LADRÕES!!!
beijos
Tenho uma amiga da idade da minha mãe que tinha esse hábito e foi presa duas vezes, e, o marido dizia ao meu pai que ela tinha sido presa por atravessar a passadeira com o semáforo vermelho...era uma vergonha, ia as compras, vestia uma saia comprida e depois gabava-se a nós que saia das casas d emoda com saias debaixo daquela e ela era rica, não precisava, uma dor de cabeça para o amrido e familia..quando lá iamos, por vezes, tinha chegado das compras e punha tudo em cima da cama, camisas gravatas para o marido, vernizes, batons, eia pá...Nem nos hoteis, so uso o que é para usar, sabonetes champoos e se não usar, trago, já pago para isso...mas copos chavenas conzeiros, nunca...nem uma colher..Beijinhos nina verdinha...
Dos Hoteis apenas gosto de trazer lápis ou caneta que estão na mesa de cabeceira, nada mais.Mas penso que isto não é considerado roubo nem cleptomania
sou sincero ctg,nunca o fiz,mas ja pedi algumas recordacoes e dao-me sempre!!
c'est impressionnant de voir jusqu'où peut aller la mauvaise foi des gens...
bonne soirée
Querida Verdinha,
Eu confesso que trago sempre as miniaturas dos shampôs e gel de banho, mas nunca me deu para ser cleptómana :)
Caramba! Há com cada uma! Essa de trazer lençois, toalhas, etc... é o cúmulo do descaramento!
Linda amiga, espero que tenham sido umas boas férias e ainda bem que também conseguiste ler bastante.
Obrigada pela tua presença sempre encantadora no meu cantinho.
Beijinhos carinhosos e abraço meiguinho.
Por essas e por outras é que em Vila Praia de Âncora na Albergaria do Quim Barreiros tudo é coladinho. A TV colada à mesinha o rádio colado ao lado da cama os cinzeiros colados às mesas os quadros colados às paredes...
Foi o único lugar onde vi as coisas assim. Saí de férias com uns amigos e a filhe deles e eu ficava num quarto com a miúda. Bom... o que nos rimos quando descobrimos que não podíamos mudar as coisas de sítio. Queríamos pôr livros em cima da mesinha de cabeceira e lá estava um cinzeiro em cada uma mesmo no meio... depois verificámos que tudo estava bem afixado ora pois.
No entanto já em diversos sítios me ofereceram coisas. Em praga no Hilton ofereceram-me duas canecas deles numa caixa azul escura de presente com um grande laço amarelo de tecido. Ainda guardo a caixa e as canecas que gosto de usar mas pouco para as preservar.
De resto trago as coisas que acho que toda a gente traz e como dizes os frasquinhos pequeninos fazem jeito.
Nunca me atreveria a trazer roupas de cama ou casa de banho ou essas coisas que fazem parte "da mobília". Mas sei de quem o faz e com uma lata descomunal sem a menor necessidade.
Enfim... a cada um o seu jeito. Mas parece-me que a maior parte das pessoas que gostam de levar coisas dos hotéis nem é por cleptomania ou faziam-no em todas as circunstâncias da vida de todos os dias... não sei se se pode considerar...
O que considero é um muito bom trabalho a respeito deste tipo de coisas dos humanos que se saem com cada disparate.
Beijinhos Verdinha e dias felizes em Tabuaço.
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