02 septembre 2009

RIVIÈRES D'AMOUR
RIOS DE AMOR



"Au début, elles sont petites mais durant leur parcours
elles deviennent plus fortes et plus profondes
et quand elles ont commencé,
elles ne reviennent plus en arrière.

C'est ainsi pour les rivières, les années et les amitiés."

Ancien versicule sanscrit



“A princípio são pequenos, mas no seu percurso
fazem-se mais fortes e profundos,
e uma vez que tenham começado,
já não têm volta.
Assim sucede com os rios, os anos e as amizades.”

Antigo versículo sânscrito



21 commentaires:

Paula Raposo a dit…

Concordo inteiramente. Aliás se as amizades voltarem atrás é porque não eram amizades! Bisous.

helia a dit…

É mesmo assim com os rios e com os anos...quando começam, já não voltam atrás. Em relação às amizades, só as falsas amizades é que recuam...
Lindas Fotos.

Jaci Paganini a dit…

Assim como os rios, cresce a amizade, cresce o amor, cresce o carinho, e muito cresce o carinho que sinto por ti minha amiga verdinha.
Mil beijos a ti, muitas felicidades.

Osvaldo a dit…

Verdinha;

Se o teu post já diz tudo, nada mais há a acrescentar, não é?...

Esse rio e essas termas nós conhece-mos porque são perto lá de casa... São as Termas de Alcafache, não são?...

Parabéns pelas fotos, Verdinha.
bjs d'Ana et Osvaldo

Zica Cabral a dit…

a amizade, como qualquer outro sentimento, precisa de ser alimentada, nutrida e livre. Tb como qualquer outro sentimento tem picos, uns altos utros baixos. A analogia com um rio é perfeita porque, tb os rios têm percursos desiguais. Não correm sempre à mesma velocidade nem têm sempre um leito macio e regular.
Os sentimentos humanos têm altos e baixos, dependendo tb do percurso das pessoas ..........ha amigos que estão mais afastados neste momento e outros que estão mais perto. mas uns e outros estarão sempre dentro de nós...........se os deixarmos.
Um beijinho grande
Zica

Rafeiro Perfumado a dit…

Isso se ninguém lhes meter uma barragem no caminho.

Beijoca!

:) a dit…

C'est vrai. :D Muito bonito.

Leio sempre em francês, entendo e depois confirmo com a tua tradução.

Laura a dit…

Rios
Profundos e frios
Rios mansos
De águas verdes
Ou azuis
Rios de pedras a barrar
O caminho
de quem os quer ultrapassar
Rios de caminhos desavindos
Onde se perdem para sempre
Amizades de longo percurso
Porque não foram capazes
De as conservar!...

Para a amizade manter, embora nem sempre seja possivel o convivio, se ela for verdadeira, atravessará rios e mares e continuará a doar-se por inteiro...

Beijinhos para ti, nina de cor verdejante como os salgueiros que enfeitam as margens dos rios... laura

Marta Vinhais a dit…

Vraiment...
Si doux, si calme quand nous sommes auprès d'une rivière...
Comme l'amitié - on peut partager tout....
J'ai beaucoup aimé...
Merci par la visite.
Bisous
Marta

Kim a dit…

Trés sâge ce commentaire!
Bisous ma chére amie

Anonyme a dit…

Quando entrei para o coro, pensei algum dia tenho que ser assim como tu verdinha, de coraçao grande como os rios, de riso aberto como as margens , e com um olhar penetrante como o oceano, levando consigo tudo e todos , merci verdinha pour ton amitie bisous silvi.

Maria a dit…

Verdinha querida:
Outro dia esqueci-me de te dizer uma coisa que te vai aguçar a vontade de ler Torga.
Sabias que a mulher dele era belga como tu? Chamava-se Andrée Crabbé Rocha e atravessou uma Europa devastada pela guerra, para vir ter com ele. Tens que ler o romance lindo dos dois em "A Criação do Mundo".
Ainda a conheci, velhinha, frágil e linda.
Como vês, tens de ler Torga, amiga.
Beijinhos

Bípede Implume a dit…

Querida Verdinha
É tão bom estar neste blogue. Respira-se uma calma e doçura que nos faz bem.
Beijinhos.
Isabel

Parisiense a dit…

Sem duvida que a amar começa por ser um pequenino passo que vai crescendo dentro de nós e vai-se tornando cada vez maior.
E como os rios quando se zangam fazem tambem grandes estragos...

Beijokitas

Nilson Barcelli a dit…

Gostei do versículo (que não conhecia) e do teu post em geral.
Querida amiga, bom fim de semana.
Beijo.

antonior a dit…

Já vi rios a secar, os anos a trazer sofrimento e as amizades a serem traídas. Mudam-se os tempos. Agora não são os tempos do autor do versículo.

Mas sabemos que podemos respeitar o curso dos rios, cultivar o bem-estar no tempo que passa e ser fiéis e tolerantes nas amizades. A esperança deixa-nos acreditar que um dia, uma utopia deixe de o ser, por se tornar realidade.

São belas as fotos do rio que passa...entre o arvoredo.

Beijinhos

Fá menor a dit…

O seu quê de verdade...
um senão quanto às amizades que muitas vezes secam, tal como alguns rios... uma pena!

Bjinhos

Laura a dit…

Um rio é algo vivo
Que transporta no seu seio
Algo mais que um caudal ...

É algo que nos serve
Nos mata a sede
Nos rega a horta ...

Nos alimenta
Nos deixa banhar em si
E sentir a quietude ...

Um rio é um lugar
Onde gosto de estar
Sentar na margem e olhar ...

Olhar as águas correr
E ver os salgueiros
Sempre a mexer, a mexer ...

Um rio é algo mais
Que ser forte e profundo
Um rio é o melhor que há no mundo ...
beijinhos da laura

Jonice a dit…

Vraies mots dans l'ancien versicule sanscrit. Et que tes photos sont belles, Verdinha!
Bon dimanche, chère amie :)
Beijinhos

Maria a dit…

Verdinha querida:
Vi a letra do "Plat Pays" de Brel e não resisti a mandar-ta.

Aqui vai com toda a amizade da Maria, cheia de saudades tuas.

"Le plat pays"

Avec la mer du Nord pour dernier terrain vague
Et les vagues de dunes pour arrêter les vagues
Et de vagues rochers que les marées dépassent
Et qui ont à jamais le cœur à marée basse
Avec infiniment de brumes à venir
Avec le vent de l'est écoutez le tenir
Le plat pays qui est le mien

Avec des cathédrales pour uniques montagnes
Et de noirs clochers comme mâts de cocagne
Où des diables en pierre décochent les nuages
Avec le fil des jours pour unique voyage
Et des chemins de pluie pour unique bonsoir
Avec le vent d'ouest écoutez le vouloir
Le plat pays qui est le mien

Avec un ciel si bas qu'un canal s'est pendu
Avec un ciel si bas qu'il fait l'humilité
Avec un ciel si gris qu'il faut lui pardonner
Avec le vent du nord qui vient s'écarteler
Avec le vent du nord écoutez le craquer
Le plat pays qui est le mien

Avec de l'Italie qui descendrait l'Escaut
Avec Frida la blonde quand elle devient Margot
Quand les fils de Novembre nous reviennent en Mai
Quand la plaine est fumante et tremble sous Juillet
Quand le vent est au rire, quand le vent est au blé
Qand le vent est au sud, écoutez le chanter
Le plat pays qui est le mien

Brel

Anonyme a dit…

Sem dúvida minha querida amiga. E como era bom que ao longo da vida só engrossassem as nossas qualidades. Um beijo bem verde.