07 février 2012

POÈME ET DÉFIS : APPROCHE
POEMA E DESAFIO : APROXIMAÇÃO


En ce temps de grand froid en Europe, 
j'ai pensé à toutes ces personnes qui dorment dehors, 
certaines même refusent de rentrer dans les abris 
qu'on leur offre.  
Pourquoi réagissent-ils comme cela ?
Nous  ne le savons pas.
Il ne faut pas les ignorer 
mais il faut leur faire comprendre 
qu'ils sont des êtres humains comme les autres 
et pas des bêtes étranges.  
Ils existent et s'ils ne font du mal à personne, 
ils ont autant droit à notre respect que n'importe qui d'autre.

(J'ai demandé à mes amis portugais de faire une traduction de mon poème, c'est cela que vous pouvez voir à  la fin de ma publication.  J'espère en avoir plusieurs... :))


Nesta época de frio extremo na Europa,
Pensei em todas as pessoas que dormem na rua,
alguns até se recusam a ir para os albergues 
que lhe são oferecidos.
Porque reagem assim?
Não sabemos.
Não devemos ignorá-los
mas devemos fazê-los entender que 
são seres humanos como os outros

e não bichos estranhos.
Existem e se eles não fazem mal a ninguém,
têm tanto direito ao nosso respeito 
como qualquer outra pessoa.



Je voudrais aimer ceux que je n'aime pas.
Avoir  l'élan pour faire le premier pas
Vers ceux dont  le regard me glace,
Je devrais pourtant leur faire une place. 

Pourquoi, au lieu de sourire, je grimace ?
Pourquoi  mon coeur soudain s'encuirasse ?
Pourquoi les mots de ma bouche ne sortent pas ?
Quand seul leur regard ne me plaìt pas.

Penser que c'est une persona non grata
Est pur et simplement un constat.
De côté, les préjugés il faut laisser
Et s'approcher doucement, sans anxiété.

Commencer par lui parler 
Pour sa solitude dissiper. 
Connaître ses nécessités
En respectant sa dignité.

A l'avance ne pas désister 
C'est cela qu'il faut éviter.
Même face à un être rébarbatif
Il faut toujours rester positif.

Derrière cet air répulsif
Existe un être craintif.
La vie ne lui a pas fait de cadeaux
Il la porte toujours comme un fardeau.  

Il a glissé, est tombé dans le ruisseau
Puis s'est retrouvé dans le caniveau.
Le simple fait qu'on le voit
Est peut-être sa seule joie.

C'est de l'alccol qu'il boit ?
Qui sait si c'est son choix ?
Que celui qui n'a jamais péché
Lance une pierre à celui qui est là jonché... 

Verdinha
03.02.2012

Convido os meus amigos portugueses 
a fazer uma tradução, 
pedindo para deixar o sentido do poema.
Estou a pensar em ti, Maria, fazes isso tão bem !
Publicarei, claro, o vosso poema 
a seguir ao meu.



E já temos uma tradução da 
Obrigada, amiga querida !

Gostaria de amar os que não amo
Ter coragem para dar o primeiro passo
rumo aos que gelam o meu olhar…
Deveria, contudo, oferecer-lhes um lugar.

Por que razão em vez de sorrir, faço caretas?
Por que razão, de repente, endurece o meu coração
Por que razão não se soltam, da minha boca, as palavras?
Quando apenas o olhar deles não me agrada.

Pensar que é uma persona non grata
É pura e simplesmente uma constatação
É preciso pôr de lado os preconceitos
E aproximar-se, docemente, sem ansiedade.

Começar por lhe falar
Por a sua solidão afastar
Conhecer as suas necessidades
Respeitando a sua dignidade.

Não desistir
É isso que é preciso evitar
Mesmo face a um ser desagradável
É preciso, sempre, ser positivo.

Por detrás deste ar repulsivo
Existe um ser que acredita
A vida não o poupou…
Trá-la sempre consigo como um fardo.

Escorregou, caiu na esgoto
Depois, encontrou-se na sarjeta
O simples facto de o vermos
É, talvez, a sua única alegria.

É álcool o que bebe?
Quem sabe se é opção?
Que aquele que nunca pecou
Lance a primeira pedra àquele que está de bruços. 


A seguir está a tradução do 
Obrigada, meu caro amigo !


Queria amar os que não amo 

Ter a classe de dar o primeiro passo 
Para aqueles que me gelam com o olhar
Eu deveria guardar-lhes um lugar

Porquê, em vez de sorrir , faço caretas?
Porquê, de repente o meu coraçao se encouraça?
Porquê, não saiem palavras da minha boca?
Quando só o seu olhar não me agrada

Pensar que é uma pessoa não desejada
É pura e simplesmente uma constatação
Deixar os preconceitos de lado
E aproximar-se docemente sem ansiedade

Começar por lhe falar
Para a solidão dissipar
Conhecer as suas necessidades
Respeitando a sua dignidade

Não desistir à primeira
É o que deve evitar
Mesmo diante de alguém assutador
È preciso sempre pensar positivo

Por detrás deste aspecto repulsivo
Existe um ser que acredita
A vida não lhe ofereceu presentes
E trá-la sempre como um fardo

Escorregou, caiu ao rio
Depois encontrou-se na sarjeta
O simples facto de o vermos 
É talvez a sua única alegria

É álcool que ele bebe?
Quem sabe se é a sua escolha
Que aquele que nunca pecou
Atire a primeira pedra
Àquele que está caído


Desta vez é a Maria (que eu tinha desafiado) 
Obrigada,  minha querida  amiga pelo teu soneto !

Gostaria de os amar e não consigo.
Ter coragem de lhes chamar irmão.
Sem medo, pegar-lhes pela mão
Perguntar-lhes porquê, são sem abrigo.

Nem um sorriso consigo, olhando para eles.
O coração gela e, sinto nojo e pena!
Nem uma só palavra. Pareço tão serena,
Que me sinto longe, longe deles.

E no entanto, são iguais a nós
Carne, sangue, sentimentos, dores,
Frio e fome, desgostos, mesmo amores.
Tudo é igual em nós e vós.

Dizer-vos tudo isto, vai ajudar?
Ou vai aumentar vossa revolta?
É fácil falar, se bem envolta,
Num bom casaco a nos agasalhar.

Prometer-vos o quê? O pão daquele dia?
A casa que não há, a sopa que há-de vir,
A cama quente onde ireis dormir
Dava-vos tristeza e nada de alegria.

Alguns, fazem do vinho o calor, a maneira 
De se manterem vivos e abstractos.
Não sentem que estão no esgoto, como ratos,
Que tombaram, há muito, numa ratoeira.

E no fim, que havemos de fazer?
Damos-lhes o pão o vinho, um agasalho.
Corremos para casa ou, para o trabalho,
Tratamos de esquecer. 

Maria

33 commentaires:

✿France✿ a dit…

BOnsoir oui je pense comme toi à toutes ces personnes qui dorment dehors
Alors il faut encore et encore se mobiliser c'est nécessaire
Car nous aussi nous pourrions être à la place de ces personnes
ALors donnons aussi et si financièrement ce n'est pas possible
Alors partir pour essayer de les réconforter
Passe une belle soirée

helia a dit…

Sinto uma enorme compaixão pelos "sem abrigo" e gostaria que a sociedade, o Estado e a Igreja ajudassem a resolver a situação deles. Mas a situação não é muito fácil de resolver no momento atual em que a crise económica é muito grave e infelizmente há muito desemprego e muita gente , que tinha uma vida sólida , e que agora enfrenta inúmeras dificuldades !
Quanto à tradução dos versos , não me atrevo a traduzi-los, se fosse prosa não era difícil, mas poesia era capaz de alterar o sentido ... Mas é uma Poesia muito bonita , que toda a gente ,com conhecimento de Françês,percebe e fica encantada ao lê-la.
Uma boa semana.

Laudith a dit…

Un très beau texte pour parler des ces gens qui n'ont plus de toit et subissent, dans des conditions insupportables, les assauts du grand froid.

Coluche, en créant les restos du coeur, espérait qu'ils ne dureraient pas trop longtemps et le nombre des démandeurs ne fait qu'empirer d'année en année.

Gros bisous verdhina.

São a dit…

O teu poema é o espelho da pessoa linda que és, ma chérie.

Não ouso traduzir , porque seria trair o sentido.

Um abraço enorme, amiga.

Lolo ©ByLolo a dit…

C'est tellement vrai... en ces périodes de grands froids je pense aussi aux sdf, je me dis que cela doit être affreux!! C'est tellement facile de juger sans savoir... il est plus difficile de juste tendre la main ...
Bonne semaine
Bisous, Laure
http://suivre-mon-etoile.blogspot.com/

Elvira Carvalho a dit…

Ai amiga mal sei português quanto mais francês.
Tem razão no que diz. Sejam quais forem as contingências que os atiraram para a rua, merecem o nosso respeito.
E a foto do Sexta é sim S. Pedro do Sul, um lugar que tem muito a ver com as minhas raízes e de grande beleza.
Um abraço

Bípede Implume a dit…

Querida Verdinha
Concordo inteiramente contigo.
É doloroso ver essas pessoas nessa situação.
Mas não parece haver uma grande vontade de solucionar este problema. Infelizmente.
Beijinhos.
Isabel

Daniel a dit…

Tu as raison le monde et d'une extrême violence.
"Vae Victis" (malheur aux vaincus) l’expression n'est pas d’aujourd’hui...
Bonne journée A + :))

Maria a dit…

Minha querida amiga:
Vou tentar fazer o que me pedes, logo que possa. Tenho um caso desses, muito perto de mim, entendo bem o que queres dizer.
Até logo.
Abraço grande
Maria

Anonyme a dit…

Traduzir um poema é dificílimo.
Manter o jogo de palavras, o ritmo, as metáforas não é para todos.
Nos anos em que lecionei a disciplina de Técnicas de Tradução de Francês, sempre que apareciam versos para traduzir instalava-se o caos, exatamente pelo que disse atrás.
Se decidir traduzir este, é mesmo só pelo bichinho porque o jeito para poetizar é nulo.:)
bji

Anonyme a dit…

Cá está!
Diverti-me com a tradução que me fez esquecer a tristeza de vidas assim.
Não estando perfeito porque seria obrigada a manter a riqueza da poesia, aqui fica.:)
bji gde

Gostaria de amar os que não amo
Ter coragem para dar o primeiro passo
rumo aos que gelam o meu olhar…
Deveria, contudo, oferecer-lhes um lugar.

Por que razão em vez de sorrir, faço caretas?
Por que razão, de repente, endurece o meu coração
Por que razão não se soltam, da minha boca, as palavras?
Quando apenas o olhar deles não me agrada.

Penser que é uma persona non grata
É pura e simplesmente uma constação
É preciso pôr de lado os preconceitos
E aproximar-se, docemente, sem ansiedade.

Começar por lhe falar
Por a sua solidão afastar
Conhecer as suas necessidades
Repeitando a sua dignidade.

Não desistir
É isso que é preciso evitar
Mesmo face a um ser desagradável
É preciso, sempre, ser positivo.

Por detrás deste ar repulsivo
Existe um ser que acredita
A vida não o poupou…
Trá-la sempre consigo como um fardo.

Escorregou, caiu na esgoto
Depois, encontrou-se na sarjeta
O simples facto de o vermos
É, talvez, a sua única alegria.

É alcool o que bebe?
Quem sabe se é opção?
Que aquele que nunca pecou
Lance a primeira pedra àquele que está de bruços.

Anonyme a dit…

Querida Verdinha,

Como percebi que tinha esquecido esse verso, eliminei o comentário e deixei este último, já completo.
É claro que poderia fazer muito melhor, mas isso dar-me-ia muito trabalho, pois, como disse, sou mais uma menina de prosa.
Da próxima vez, prometo que tirarei mais tempo para este enorme miminho (para mim é-o:))
beijinhos mil

Unknown a dit…

"Respeitar em cada homem o homem, se não for aquele que é, pelo menos o que ele poderia ser, que ele deveria ser."

Beijo.

Maria Rodrigues a dit…

Minha amiga ainda ontem quando fui deitar o meu filho comentei com ele, como era tão triste não ter um lar mesmo que fosse bem simples. Penso sempre com amargura, principalmente nesta altura do ano em que o tempo se torna inimigo do homem, em todos os que, pelas contingências da vida, são sem abrigo. O poema é simplesmente sublime. Venho também para agradecer o seu carinho ao ter comemorado comigo o aniversário da minha mãezinha, deixando a sua preciosa mensagem.
“A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delícia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.” (Ralph Waldo Emerson)
Beijinhos
Maria

Maria a dit…

Querida Verdinha:
A Nina tem toda a razão. É extremamente difícil,traduzir um poema. Apesar disso, acho que ela se saiu muito bem. Manteve o essencial do espírito do teu poema lindo e, conseguiu fazer uma boa tradução.
Gostei muito dos dois. Parabéns às duas.
Abraço grande
Maria

Alva a dit…

Olá Verdinha

Neste post não te poderia ajudar, pois não sei Francês o suficiente para traduzir um poema.

Porém, gostei imenso da tradução da Nina e concluo que o teu poema também estivesse muito bonito. =)

Beijinhos
Da Estrelinha

Kim a dit…

Queria amar os que não amo
Ter a classe de dar o primeiro passo
Para aqueles que me gelam com o olhar
Eu deveria guardar-lhes um lugar

Porquê, em vez de sorrir , faço caretas?
Porquê, de repente o meu coração se encouraça?
Porquê, não saiem palavras da minha boca?
Quando só o seu olhar não me agrada

Pensar que é uma pessoa não desejada
É pura e simplesmente uma constatação
Deixar os preconceitos de lado
E aproximar-se docemente sem ansiedade

Começar por lhe falar
Para a solidão dissipar
Conhecer as suas necessidades
Respeitando a sua dignidade

Não desistir à primeira
É o que deve evitar
Mesmo diante de alguém assustador
É preciso sempre pensar positivo

Por detrás deste aspecto repulsivo
Existe um ser que acredita
A vida não lhe ofereceu presentes
E trá-la sempre como um fardo

Escorregou, caiu ao rio
Depois encontrou-se na sarjeta
O simples facto de o vermos
É talvez a sua única alegria

É ácool que ele bebe?
Quem sabe se é a sua escolha
Que aquele que nunca pecou
Atire a primeira pedra
Àquele que está caído

Bem, minha querida Verdinha, isto está mais ou menos traduzido à letra e merecia umas alterações mas fica para a próxima.

Beijinhos vermelhinhos!

Maria a dit…

Querida Verdinha:
É mais uma adaptação, que tradução. Creio não ter desvirtuado o teu belo poema.
Abraço grande
Maria


Gostaria de os amar e não consigo.
Ter coragem de lhes chamar irmão.
Sem medo, pegar-lhes pela mão
Perguntar-lhes porquê, são sem abrigo.

Nem um sorriso consigo, olhando para eles.
O coração gela e, sinto nojo e pena!
Nem uma só palavra. Pareço tão serena,
Que me sinto longe, longe deles.

E no entanto, são iguais a nós
Carne, sangue, sentimentos, dores,
Frio e fome, desgostos, mesmo amores.
Tudo é igual em nós e vós.

Dizer-vos tudo isto, vai ajudar?
Ou vai aumentar vossa revolta?
É fácil falar, se bem envolta,
Num bom casaco a nos agasalhar.

Prometer-vos o quê? O pão daquele dia?
A casa que não há, a sopa que há-de vir,
A cama quente onde ireis dormir
Dava-vos tristeza e nada de alegria.

Alguns, fazem do vinho o calor, a maneira
De se manterem vivos e abstractos.
Não sentem que estão no esgoto, como ratos,
Que tombaram, há muito, numa ratoeira.

E no fim, que havemos de fazer?
Damos-lhes o pão o vinho, um agasalho.
Corremos para casa ou, para o trabalho,
Tratamos de esquecer.

Maria

Sonhadora (Rosa Maria) a dit…

Minha querida

realmente uma realidade muito triste e infelizmente está aí frente aos nossos olhos.
Como sempre um post maravilhoso...mesmo tratando de um tema assim.

Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora

Luna a dit…

dizem que somos feitos de pó das estrelas, assim sendo somos todos iguais, só qua uns tiveram mais sorte do que outros, mas deveriamos de respeitar todos os seres pois ninguem é melhor do que ninguem
bjs

mundo azul a dit…

________________________________

Minha amiga... Realmente, somos preconceituosos.
Dizemos que não, que aceitamos as diferenças...Desde que elas não nos atinjam, não nos choquem.
Por que é tão difícil ser equânime?

Temos que trabalhar, e muito, para conseguirmos aquele coração limpo, que aceita sem nenhum julgamento...

Beijos de luz e o meu especial carinho!!!

_____________________________

gota de vidro a dit…

Gostei imenso desta tua postagem e falando dos sem abrigo, é das tais coisas que me fazem pensar muito, pois como seres humanos que são vivem de forma abaixo do limite humano que choca profundamente.

O pior é que o estado do país está a empurrar cada vez mais pessoas para esta situação.

Bom fim de semana

beijinho da Gota

Fernanda Ferreira - Ná a dit…

Gostei imenso do poema e dei dar o valor a quem traduz, por isso sempre escrevo tradução / adaptação. Esta está perfeita.

Beijo
Bom fim de semana.

Anonyme a dit…

*** Bonjour Verdinha ! Merci pour ce post qui pense aux autres, ceux qui ont moins de chance que nous et GROS BISOUS à toi Verdinha !!! ***

Green Knight a dit…

Olá Verdinha.
O seu post,é um tema para sentir. Aproximar,entender e respeitar.
Há razões que a razão desconhece.
Os poemas,(para mim os traduzidos)são um conteúdo lindo!
beijinhos, meus e do Zé.
Mariana

✿France✿ a dit…

Je viens te dire bonjour et j'espère que tu vas bien
TJ une grande pensée pour toutes ces personnes oui il faut y penser
Je suis un peu malade mais en restant si possible au chaud tout ira mieux
Je t'embrasse fort

Rafeiro Perfumado a dit…

O sem abrigo não se quer abrigar
Pois da sociedade tem medo
Se antes não o soube cuidar
Porque iria agora fazê-lo?


Sabes que a poesia não corre nas minhas veias, não sabes? Beijoca!

Anonyme a dit…

Olá Verdinha. Antes de mais lamento a tua perda e de facto aquele não seria o filme indicado para ti neste momento. Tens razão, há séculos que não me "vês" por aqui. Vim ao teu blogue algumas vezes mas não consegui deixar comentários. Também andei ausente dos blogues durante muito tempo, agora voltei para os reformular e criar mais dois, um apenas de poesia e outro só com pequenos contos.

Deus dar-te-á a força para suplantares a dor que sentes.

Um beijinho grande minha boa amiga.

São a dit…

Ma chérie, tens aqui uma belas traduções.

Um abraço apertado e boa semana para vós.

Marité a dit…

C'est terrible de savoir tous ces gens dehors dans le froid. Ca ne devrait plus exister de nos jours et malheureusement c'est tout l'inverse qui se produit, de plus en plus de personnes se retrouvent dans la misère et à la rue. Et personne n'est à l'abri de cette chute, ça vient si vite qu'on ne la voit pas arriver. Heureusement que des personnes se dévouent pour venir en aide. Ton poème est très beau et très réaliste.
Bisous Verdinha

Pâques a dit…

C'est bien triste et il y en a de plus en plus, car en ces temps de crise la dégringolade ça va vite !!!
Certains ne veulent pas aller dans les dortoirs car ils ne peuvent y prendre leur compagnon ( chien ).

Bisous
Marcelle

இڿڰۣ FLO a dit…

je viens te dire bonjour bisou

Odete Ferreira a dit…

Belíssimo o teu sentir e boas as traduções feitas...
Se tivesse mais tempo, não traduziria mas ofertar-te -ia um com a temática...
Um dia, talvez...
BISOUS! :)