
"Être fidèle à ceux qui sont morts,
Ce n’est pas s’enfermer dans la douleur.
Il faut continuer de creuser son sillon,
droit et profond.
Comme ils l'auraient fait eux-mêmes.
Comme on l'aurait fait avec eux, pour eux.
Être fidèle à ceux qui sont morts,
C’est vivre
Comme ils auraient vécu.
Et les faire vivre avec nous.
Et transmettre leur visage, leur voix,
leur message, aux autres.
A un fils, à un frère, ou à des inconnus,
aux autres, quels qu'ils soient.
Et la vie tronquée des disparus,
alors germera sans fin."
Ce n’est pas s’enfermer dans la douleur.
Il faut continuer de creuser son sillon,
droit et profond.
Comme ils l'auraient fait eux-mêmes.
Comme on l'aurait fait avec eux, pour eux.
Être fidèle à ceux qui sont morts,
C’est vivre
Comme ils auraient vécu.
Et les faire vivre avec nous.
Et transmettre leur visage, leur voix,
leur message, aux autres.
A un fils, à un frère, ou à des inconnus,
aux autres, quels qu'ils soient.
Et la vie tronquée des disparus,
alors germera sans fin."
Martin Gray
(Le Livre de la Vie)
Je dédie ce texte à Carla qui a perdu la vie dans la force de l'âge et à ses parents, soeur, mari et enfants et j'espère qu'une onde de énergie les aidera à supporter cette très grande douleur de perdre une personne chère à 36 ans.(Le Livre de la Vie)
"Ser fiel aos que faleceram,
Não é fechar-se na sua dor.
É preciso continuar a escavar o seu sulco,
direito e profundo.
Como eles teriam feito
Como teriamos feito com eles, para eles.
Ser fiel aos que faleceram,
É viver
Como teriam vivido.
E fazê-los viver connosco.
E transmitir o seu rosto, a sua voz,
a sua mensagem, aos outros.
A um filho, a um irmão, ou a desconhecidos,
aos outros, quaisquer que sejam.
E a vida trunquada dos desaparecidos,
então germinerá sem fim."
Martin Gray
(o Livro da Vida)
Fonte : aqui
Este post é dedicado à Carla que perdeu a vida na força da idade e aos pais, irmã, marido e filha e espero que um onda de energia os ajuda a superar esta dor muito grande de perder uma pessoa querida de 36 anos.
Não é fechar-se na sua dor.
É preciso continuar a escavar o seu sulco,
direito e profundo.
Como eles teriam feito
Como teriamos feito com eles, para eles.
Ser fiel aos que faleceram,
É viver
Como teriam vivido.
E fazê-los viver connosco.
E transmitir o seu rosto, a sua voz,
a sua mensagem, aos outros.
A um filho, a um irmão, ou a desconhecidos,
aos outros, quaisquer que sejam.
E a vida trunquada dos desaparecidos,
então germinerá sem fim."
Martin Gray
(o Livro da Vida)
Fonte : aqui
Este post é dedicado à Carla que perdeu a vida na força da idade e aos pais, irmã, marido e filha e espero que um onda de energia os ajuda a superar esta dor muito grande de perder uma pessoa querida de 36 anos.


18 commentaires:
Verdinha;
É muito triste uma jovem mãe de familia partir deixando atrás dela uma imensa dor em sua famili e em especial seus filhos e seu marido.
Claro que não há idade para se morrer, para isso basta estar vivo, mas morrer na flor da idade quando a vida assenta e ganha forma, deixando atrás de si uma familia desamparada pela dor,... dói muito.
As sinceras condolências à familia da Carla e que Deus a receba no seu Reino para lhe atenuar as saudades que também ela no Paraíso irá sentir de seus filhos.
bjs, Verdinha,
d'Ana et Osvaldo
Merci , merci beaucoup Petite Verte, j ´ai passé pour écouter tes belles chansons , C ´est bien comme toujours ...
Je te fais la bisou
________ JRMARTo
A Morte é triste e deixa muitas saudades aos que cá ficam e que vêm partir os que amaram. E então quando se morre tão cedo... A Morte não escolhe idades, mas até devia escolher, porque não é justo que os novos partam à frente dos velhos, não é justo que se parta quando ainda se tem tanto para dar e outro tanto para receber...Mas a Vida é assim, o tempo vai passando e a vida continua para os que cá continuam neste Mundo.
Uma bela mensagem que aqui deixou para quem partiu tão novo e para os que cá ficaram tristes e cheios de saudades
Verdinha:
Já tinha visto no blog da Laurinha, que tinhas perdido alguém querido. É muito doloroso perder uma amiga.
O poema foi uma linda homenagem.
As palavras são sempre inuteis nestes casos. Por isso, aquele abraço e toda a minha ternura.
Ninguém deve partir com essa idade... nenhum filho deve partir antes dos pais... é uma aberração e uma partida feia que a vida nos prega...
E quando assim é, não há palavras que pareçam acertadas. Um beijo, Verdinha.
À Carlinha...
Partimos
Envoltos na saudade
Na dor de perder
Todo ou qualquer amor
Esquecemos que Ele
Jamais nos desamparará
E que as nossas vidas proverá
Seja daqui, ou do lado de lá !...
É a dor de quem se vai
É a dor de quem fica
Mas jamais se olvidarão
Aqueles cujo amor
Sempre alimentou seu coração
E reviverão seus momentos
E seus corações, eternamente
Continuarão a amar !...
Porque o amor é isso
O amor é acreditar
Que por mais dias ou anos
Que passem
Jamais nos iremos
Olvidar !...
Beijinho à Carlinha, mesmo do lado de lá, porque eles podem sempre voltar cá, tão certo como o mundo existir !...
Beijinho a ti também, veridnha..laura
O Livro da Vida foi uma obra que tive na minha mesa de cabeceira durante muito tempo e lia como de um evangelho se tratasse quando a minha filha morreu. Com Martin Gray aprendi verdades fantásticas que me ajudaram muito a caminhar.
Um grande beijinho,
Maria Emília
Não interessa se eles vão ler isto ou não. O que conta é a mensagem que temos necessidade de transmitir sempre que a voz se nos embarga pelas tristezas da vida.
A Carla saberá o que sentes por ela.
Beijinho amiga
Querida Verdinha:
Lembrei-me que tinha guardado um pequeno poema, feito no dia da morte de um amigo.
Para ti com todo o afecto:
Um amigo morto, é uma coisa estranha.
É uma dor diferente.
É quase como a gente
Sentir que morre um pouco.
São lembranças de infância sem partilha,
São frases que mais ninguém recorda,
Momentos que, não mais serão lembrados,
Abraços que nunca se darão,
Locais, pedaços, da nossa vida antiga
Que partem para sempre....
E, nem sequer soubeste, como era tua amiga.
Beijinho
Olá verdinha
Já não passava aqui há tanto tempo. O trabalho tem sido muito e o tempo pouco. Lamento a vossa perda. Deixo-te um poema:
la mort n’est rien
Je suis simplement passé dans la pièce à côté.
Je suis moi. Tu es toi. Ce que nous étions l’un pour l’autre, nous le sommes toujours. Donne-moi le nom que tu m’as toujours donné. Parle-moi comme tu l’as toujours fait. N’emploie pas de ton différent.
Ne prends pas un air solennel ou triste. Continue à rire de ce qui nous faisait vivre ensemble. Prie. Souris. Pense à moi. Prie pour moi. Que mon nom soit toujours prononcé à la maison comme il l’a toujours été. Sans emphase d’aucune sorte et sans trace d’ombre.
La vie signifie ce qu’elle a toujours signifié. Elle reste ce qu’elle a toujours été. Le fil n’est pas coupé. Pourquoi serais-je hors de ta pensée, Simplement parce que je suis hors de ta vue ? Je t’attends. Je ne suis pas loin. Juste de l’autre côté du chemin.
Muita força para essa família e para ti.
beijo
Cris
Sim,
as flores colhidas tão frescas causam uma enormíssima dor...
Mas é preciso caminhar. As boas recordações são alívio na caminhada.
Que repouse na Paz de Deus.
Muita força aos familiares e amigos!
Bjs
Um grande beijinho solidário.
Perder alguém para a morte é uma dor sem fim. mas como dizes no poema há que aceitar e seguir em frente, em nome da memória de quem partiu.
bjs
face à morte
revela-se-nos a impotência
na insuficiência
que somos...
e somos nada,
e, ademais,
sabemo-lo.
face à morte
desencontramo-nos
de perdidos de nós
não há caminho
que nos traga de volta
não há sentido
que não moa
a revolta
face à morte
depois de morte acontecida
serenamos
voltamos ao lado da vida
deixando a morte que o foi
seguir seu caminho
é preciso deixar a morte resolvida!...
Beijinho muito grande e o meu abraço a ti neste momento triste. Na força dos amigos recuperarás as tuas no partilhar da mágoa...
Uma bela homenagem querida amiga.
O poema é magnífico.
Honrar os mortos é assumir atitudes que eles gostem de ver lá do alto...
Um beijo.
A todos os meus amigos,
Agradeço as vossas palavras neste momento doloroso e à Laurinha, à Maria, à Cristina e à Maria Besuga, agradeço a oferta dos vossos poemas que me sensibilizaram muito.
Já não sofro pela Carlinha porque sei que ela está bem mas sofro pela dor dos meus amigos sem poder fazer nada para atenuá-la.
Beijinhos
Verdinha
Querida Verdinha,
Tenho andado silenciosa, em período de férias, só escrevendo quando é muito importante.
E não podia deixar de vir aqui dar-te um abracinho muito carinhoso para aliviar a tua dor de perder alguém amigo assim tão jovem.
As pessoas partem da vida, mas não dos nossos corações.
Força querida amiga!
Muitos beijinhos carinhosos e abraço meiguinho.
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