

"Un petit garçon noir regarde le vendeur de ballons dans la rue.
Ses yeux brillent.
Il y a des ballons de toutes les couleurs, rouges, bleus, blancs, noirs, jaunes...
Le vieux monsieur qui vend les ballons voit le garçon qui hésite,
puis prend son courage à deux mains et s'approche de lui.
- "Dis Monsieur, est-ce que les ballons noirs volent aussi haut
que les autres ?"
Le vieux Monsieur a presque la larme à l'œil. Il prend le garçon
dans les bras, l'installe sur un muret et lui dit :
- "Regarde"
Il lâche tous ses ballons qui s'envolent en grappe et montent,
montent, montent dans le ciel jusqu'à disparaître tous tellement
ils sont hauts.
- "Tu as vu ?"
- "Oui"
- "Est-ce que les ballons noirs sont montés
aussi haut que les autres ?"
- "Oui Monsieur"
- "Tu vois, mon garçon, les ballons, c'est comme les hommes.
L'important ce n'est pas leur couleur, ce n'est pas l'extérieur.
Non, l'important, c'est ce qu'il y a en eux.
C'est ce qu'il y a en toi qui fera toute la différence dans ta vie."
Auteur inconnu

"Um rapazinho preto olha para o vendedor de balões na rua.
Os seus olhos brilham.
Há balões de todas as cores, vermelhos, azuis, brancos, pretos, amarelos...
O idoso que vende os balões vê o rapaz hesitar,
depois, ficar com coragem e aproximar-se dele.
- "Diga-me, Senhor, os balões pretos também voam tão alto como os outros ?"
O velho senhor fica quase com uma lágrima a brotar no olho.
Pega no rapaz ao colo e instale-no num muro pequeno e diz-lhe :
"Olha"
Larga os seus balões todos e estes voam em cacho e sobem,
sobem, sobem no ceú até desaparecerem todos tão alto foram.
- "Viste ?"
- "Sim"
- "E os balões pretos subiram tão alto como os outros ?"
- "Sim Senhor"
- "Vês, filho, os balões são como as pessoas.
O importante não é a cor, não é o exterior.
Não, o importante é o que há dentro deles.
É o que tens em ti que fará toda a diferença na tua vida."
Autor desconhecido
Avec l'espoir qu'un jour le racisme disparaisse pour toujours, peut-être emmené par la mer...
Com a esperança que um dia o racismo desapareça para sempre, talvez levado pelo mar...




22 commentaires:
DEUS, disse um dia amaivos uns aos outros, como eu vos amei, sejam brancos , negros, amarelos, o que interessa, e o amor que temos por nos e pelos outros,pois o que vai dentro de nos e vida , e isso e comum a todos, respeitemo-nos uns aos outros para que este mundo seja melhor, bjs silvi. .
O racismo existe em todos os quadrantes. Infelizmente o maior racismo exite entre iguais.
Pode ser que os homens entenda, um dia, que o coração não tem cor.
Deviam ser todos VERDINHOS como ... a natureza!
Beijinho ma belle amie!
O sonho maior da humanidade é a igualdade total entre todos.
Poético abraço de Gilbamar
Verdinha;
Bela crónica-poema de uma história que deveria ser lida vezes sem conta nos bancos de escola.
O racismo existe de várias formas e de todos os quadrantes. Nem sempre vem do mesmo lado. A minha vivência em vários quadrantes e latitudes fez ver isso. A tolerância deverá ser recíproca para que as igualdades sejam respeitadas.
É um tema pertinente, mas quando bem estudado e refletido merece ser discutido e ensinado a partir da escola para que mais tarde se julguem as pessoas pelos actos e não pela cor, porque a irradicação do racismo não será feita apenas pelas belas frases mas também pelos actos mútu-os que as acompanharão.
Não sei se me fiz compreender, porque também eu, como branco, já fui indiscriminado, já senti o peso do racismo e não foi por isso que deixei de ser tolerante sobre a matéria. Tenho amigos de todas as raças, credos e cores e quando o respeito e tolerância existem, a palavra racismo, não tem razão de existir.
Todos diferentes, todos iguais, sim,... mas quando todos têm a mesma percepção de direitos e deveres e respeito peas origens e liberdades.
desculpa, lá Verdinha, mas é assim que eu vivo o tema que tu muito bem publicaste.
bjs e um abraço para o Léo,
d'Ana et Osvaldo
Porque te desculpar, querido Osvaldo ?
Sabes perfeitamente que até podias discordar comigo, que aceitaria as tuas palavras como aceito de todos se não forem ditas com mã-educação, extremismo ou agressividade e não é o caso !
E direi mais, tens toda a razão :A tolerância deverá ser recíproca para que as igualdades sejam respeitadas.
Também senti o peso do racismo, a minha primeira experiência foi com 6 anos, quando tive que fugir do meu país de nascimento.
Não alarguei mais o meu post e a minha interpretação porque sei que vou receber de todos os meus amigos exactamente aquilo que penso e que gosto de ver escrito por vós !
Beijinhos para a Ana, para ti e para todos os meus amigos que me visitam e concordam, ou não, comigo
Verdinha
Sim o que interessa´não é o exterior, mas o que existe dentro de nós.Racismo é uma palavra a ser eliminada, ninguém deve ser afastado pela côr da pele,nem pelas suas ideias políticas ou religiosas.
Lindo Texto e lindas Fotos!
Parabéns pelo que nos oferece neste seu espaço temático
Uma boa semana
Racismo, palavra feia, mas, vamo-nos encolhendo com ela, sei que é feio mas são anos de guerras conflitos entre raças, cores, credos, enfim,d emora mas há-de ser também algo como os animais em vias de extinção...beijinhos..laura
Verdinha querida:
Que história linda os contaste hoje! Era bom que fosse lido por muita gente. Gente, que só vê o exterior, estúpida e sem sentimentos bons.
Lembraste-me uma velha canção de Nat King Cole, cantada em espanhol, chamada "Angelitos negros" Se a encontrar, mando-te a letra. É linda e sempre gostei muito dela.
Beijinhos
Verdinha:
Encontrei os versos. Não sei quem é o autor.
Vê se gostas.
Angelitos Negros
Pintor de santos de alcoba,
pintor sin tierra en el pecho,
que cuando pintas tus santos
no te acuerdas de tu pueblo,
que cuando pintas tus Virgenes
pintas angelitos bellos,
pero nunca te acordaste
de pintar un angel negro.
Pintor nacido en mi tierra,
con el pincel extranjero
pintor que sigues el rumbo
de tantos pintores viejos,
aunque la Virgen sea blanca,
¡píntame angelitos negros.
No hay un pintor que pintara
angelitos de mi pueblo.
Yo quiero angelitos blancos,
con angelitos morenos
y ángel de buena familia
no basta para mi cielo.
Si queda un pintor de santos,
si queda un pintor de cielos,
que haga el cielo de mi tierra
con los tonos de mi pueblo;
con sus ángeles catires
con sus angelitos blancos,
con sus ángeles morenos,
con sus ángeles indios,
con sus ángeles negros,
que vayan comiendo mango
por las barriadas del cielo.
Si al cielo voy algún día,
tengo que hallarte en el cielo,
angelitico del diablo,
serafín cucurusero.
Si sabes pintar tu tierra,
así has de pintar tu cielo,
con su sol que tuesta blancos,
con su sol que suda negros.
porque para eso lo tienes
calientico y de los buenos.
Aunque la Virgen sea blanca,
píntame angelitos negros.
No hay una iglesia de rumbo,
no hay una iglesia de pueblo,
donde hayan dejando entrar,
al cuadro angelitos negros
y entonces ¿dónde van,
ángeles de mi pueblo,
zamuritos de Guaribe,
torditos de Barlovento?
Pintor que pintas tu tierra,
si quieres pintar tu cielo,
cuando pintes angelitos,
acúerdate de tu pueblo,
y al lado del ángel rubio
y junto al ángel trigueño;
aunque la Vírgen sea blanca
¡Píntame angelitos negros!
Lê que é lindo
Beijinho
Simplesmente... parfait!
Verdinha,
Grande lição de vida esta. Realmente é muito mais importante a essência de cada ser humano, do que a sua aparência.
Bjs.
Um bonito texto sobre a igualdade...pena que não se pratique. Beijos.
J'avais discuté de ce texte il y a quelques mois de cela, je ne sais plus si c'était avec toi ou peut-être avec Krys, je ne sais plus très bien. Pauvre tête !!!!
si seulement le racisme pouvait disparaître, peu importe comment, par la mer ou peut-être envolé avec ces ballons !!!
Gros bisous ma chère Verdinha, bon début de semaine
Mas ainda existe muito racismo.
E se calhar a tendência é para aumentar.
Não tão primário como dantes, mas mais sofisticado. E, por isso, muito mais perigoso...
Querida amiga, boa semana.
Beijos.
Je suis contente de te retrouver.
et ce poemme du ballon noir est pour moi une leçon.
dans la vie, parfois il y a ces ballons noirs...
Mais sans les ballons noirs les blancs seraient oú?
Je témbrasse trés trés fort
La vie n´est pas que des roses
Hoje não é só o racismo da cor da pele, hoje é a cor da cultura, a cor do dinheiro que nos transforma em racistas também...Porque não estendemos o abraço amigo a todos os que dele necessitam...A pobreza afasta uns e outros, e, os que estão bem, assim ficam, os que mal estão, continuam...Também isso é racismo, porque não sabemos usar o coração, nem buscamos saber como fazer, para que a vida deles se torne melhor...isso é racismo do coração!...
Um beijinho e abraço apertadinho, da, laura
Como diz o Kim... o coração não tem cor. Assim sendo, pelo amor, partilha, amizade... deveríamos todos aplicar a nós próprios a tolerância e o sentido de justiça e lealdade que desejamos para todos.
A cor da pele ou dos olhos ou do cabelo não deveria ser impeditivo ou ser indicador selectivo. Mas é nalguns casos assim como tantas outras circunstâncias de vida servem de comparativo para aceitarmos o outro...
Pobre de quem assim pratica a interacção com os demais.
Muito bonita esta tua historinha que tão bem e de forma tão simples põe tudo no sítio certo.
BeijAbraço minha querida Verdinha.
Muito bonita esta história... Gostei mesmo muito.
Beijos e até breve.
as pessoas
e os preconceitos...
a diferença... natural...
as cores
um subir...
a educação...
e vivam as cores...
abrazo serrano y europeo
Agora é que é para ir votar...
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Cliquem na imagem
Amigos, agora é que chegou a vez de votar no meu texto.
Para votar é na coluna do lado, e tem lá vários nomes basta clicar no da Manuela...rsrsrs.
Obrigado pela vossa amizade
Abraço grande
ja lutei demais por um mundo mais igual e hoje em dia sei que o maior esta por demais ganho,ja se fala sem medo,ja se faz amor em todas as cores nas televisoes e no mundo,mas os tempos mudam e agora outras lutas sao mais importantes,como a luta da desagregacao familiar,existem pequenos grandes buracos na instituicao familia e ai comeca a surgir o problema maior do nosso mundo de hoje e do amanha!!!
Olá, amei essa mensagem, tenho que guardá-la para a dar ao meu filho que tem catorze anos, filho do meu anterior casamento do qual fiquei viúva,tenho a certeza que lhe vai aconchegar a alma pois ele muitas vezes é vitima de racismo, por ser de cor. Obrigado
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